sábado, 31 de dezembro de 2011

Jardim Botânico de João Pessoa tem programação especial nas férias

30/12/2011 18h52 - Atualizado em 30/12/2011 18h52 

Percursos especias acontecem nos finais de semana.
Trilhas ecológicas e oficinas estão na programação.


Do G1 PB
 

Jardim Botânico em João Pessoa (Foto: José Lins/Secom-PB)
Jardim Botânico em João Pessoa é uma opção
de lazer nas férias (Foto: José Lins/Secom-PB)
Uma trilha com duração de 2 horas pela  Mata do Buraquinho e ainda oficinas é o que o público vai encontrar durante os finais de semana no Jardim Botânico em João Pessoa.

Segundo a diretora do Jardim Botânico, Suênia Oliveira, o público vai poder fazer trilhas temáticas pela manhã e à tarde, percorrendo a margem do Rio Jaguaribe, no trecho que corta o Jardim Botânico, e observando a vegetação de mata ciliar, a ação do homem sobre o rio e todas as mudanças da paisagem durante o percurso.

Também serão  oferecidas oficinas de origami, quando serão apresentados os animais e as plantas da Mata Atlântica por meio da técnica da dobradura; e de máscaras de carnaval, que ensina a confeccionar peças a partir de materiais reciclados.

Para participar da programação especial de férias, é necessário que a inscrição para as trilhas temáticas e oficinas seja realizada antes de cada atividade. O visitante deverá estar usando calças compridas e sapatos fechados – também é recomendado ter bom condicionamento físico. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 3218-7880.

Reabertura
O Jardim Botânico de João Pessoa reabriu para a visitação guiada em trilhas no dia 28 de novembro. Nessa data, também foi inaugurada a sinalização das trilhas e dos ambientes do órgão, para melhor orientar os visitantes.

Os percursos abrangem sete das 12 trilhas que, somados, chegam a mais de quatro quilômetros de extensão. Algumas trilhas possuem uso exclusivo para atividades de pesquisa, segurança e manutenção. Os passeios ecológicos têm percursos interpretativos destinados a estudantes, grupos de terceira idade e o público em geral. O horário de visitação do Jardim é de terça a sábado, das 8h às 17h.

Localização
O Jardim Botânico está localizado na Mata do Buraquinho, em João Pessoa, e é considerado um dos maiores remanescentes de Mata Atlântica em área urbana do País. É uma instituição que mantém coleções documentadas de plantas diversas, possui flora e fauna nativas e tem a finalidade de dar suporte a atividades de pesquisa, fomentar a conservação, promover a educação ambiental e o lazer contemplativo.

Programação de férias
07/01/2012
Trilha temática "Explorando o Rio Jaguaribe”
Horário: 8h30 e 13h30
Duração: Duas horas de caminhada
Público: Crianças, jovens e adultos (15 pessoas)

14/01/2012
Trilha temática "Explorando o Rio Jaguaribe”
Horário: 8h30 e 13h30
Duração: Duas horas de caminhada
Público: Crianças, jovens e adultos (15 pessoas)

21/01/2012
Oficina de Origami (flores e animais)
Horários: 8h30 e 13h30
Duração: uma hora
Público: Crianças, jovens e adultos (15 pessoas)

28/01/2012
Oficina de Máscaras de Carnaval
Horários: 8h30 e 13h30
Duração: Uma hora
Público: Crianças e jovens (15 pessoas)

Fonte

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Nível do mar sobe cada vez mais rápido no litoral norte de São Paulo ameaçando cidades costeiras

28/12/2011 - 15h56

São Paulo - Sobe cada vez mais rápido o nível do mar no litoral norte de São Paulo, aponta pesquisa coordenada pelo professor do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Universidade de São Paulo (USP), Paolo Alfredini. Com base nos registros feitos de 1944 a 2007 pela Companhia Docas do Estado de São Paulo, em Santos, Alfredini constatou uma elevação do mar de 74 centímetros por século. Também foi analisada a documentação de outras instituições em Ubatuba, São Sebastião e Caraguatatuba.

Nas últimas décadas, no entanto, o avanço das águas marítimas foi mais rápido. "Nos últimos 20 anos, analisando esses dados, a gente nota que tem havido uma aceleração. Isso aparentemente está ligado ao fato que as temperaturas têm aumentado mais nesse período", ressaltou o professor. Com isso, a estimativa de Alfredini é que neste século o nível do mar suba cerca de 1 metro.

Um aumento desse nível significa, segundo Alfredini, a perda de 100 metros de praia em áreas com declividades suaves. Essa aproximação das águas pode colocar em risco construções à beira-mar. "A quebra da onda vai ficar muito mais próxima das avenidas, onde existem ocupações urbanas. Vai começar a solapar e erodir muros", disse. "Tubulações que passem perto da praia, como emissários de esgoto, interceptores de águas pluviais, podem vir a ser descalçados e eventualmente até romper", completou.

Outro fator que ameaça as construções costeiras, verificado no estudo, é o aumento da altura das ondas nas ressacas e tempestades marítimas, além do aumento da frequência desses fenômenos. "Havendo um recrudescimento das ondas, isso também vai provocar mais erosões [nas praias]", alertou o pesquisador.

A elevação do nível do mar poderá ainda, segundo Alfredini, causar problemas para o abastecimento de água em algumas cidades. Segundo ele, esse processo tende a causar um aumento no volume de água que se infiltra nos rios. "Portanto, as tomadas de água para abastecimento público e industrial poderão começar a receber água com maior teor de salinidade. E isso pode começar a complicar ou inviabilizar o tratamento da água".

Para amenizar esses problemas, o pesquisador aponta a necessidade de preparação das cidades afetadas, com a construção, por exemplo, de obras de defesa costeira. "Tem que ter nesses governos municipais, principalmente, que estão em áreas de extremo risco, consciência de que isso é uma realidade".
 
Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil

Edição: Aécio Amado
 


Reciclagem: O plástico "do bem"



Inventor cria técnica de construção de "tijolos" de material reciclado que promete ser mais barata, rápida e ambientalmente eficaz

Não é preciso ter qualquer conhecimento especial para constatar que o plástico está presente na composição da maioria dos objetos que fazem parte do dia a dia da vida moderna. Ainda que seja versátil, contudo, o material costuma representar um problema para o meio ambiente, uma vez que não se degrada com facilidade. A dificuldade de compactá-lo também é uma dor de cabeça, já que isso faz com que os aterros tornem-se cada vez mais abarrotados de lixo. Para tentar amenizar esses e outros problemas, há dezenas de itens feitos com plástico reciclado, mas o professor Reginaldo Marinho resolveu ir além das bolsas, das bijuterias e de outros objetos feitos com garrafa PET e criou a tecnologia Construcell. Constituída por módulos (ou "tijolos de plástico" reciclado), a invenção é capaz de dar origem a construções inteiras que dispensam o uso de madeira, metal ou concreto.

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Feitos de plástico ou acrílico, os módulos têm formato triangular. Quando sobrepostos, os "tijolos" são unidos por parafusos - o que, conforme Marinho, que ensinava geometria descritiva quando criou a técnica, acaba com o desperdício de material, problema responsável por aumentar consideravelmente o custo de qualquer construção. Pensada em um primeiro momento para ser usada na concepção de armazéns para estocagem de grãos, a tecnologia pode, segundo o inventor, ser levada para a cobertura de hangares, balcões industriais e ginásios esportivos. Além da vantagem ecológica, as peças oferecem uma série de outras qualidades, como rapidez na montagem, conforto acústico, uso de resíduos sólidos e beleza estética.

Por serem transparentes, é possível também instalar as chamadas placas fotovoltaicas, painéis geralmente aplicados em telhados para converter energia solar em eletricidade. "Isso transforma a construção em uma usina solar", completa o inventor. Entre as vantagens da união entre os módulos e as placas fotovoltaicas está a possibilidade de levar a "casa de plástico" para áreas remotas, que não teriam acesso à eletricidade de outra forma. "O Estado brasileiro pode usar essa tecnologia para construir instalações militares para a proteção de fronteiras", exemplifica Marinho. O custo para colocar as placas também é reduzido - já que, segundo o criador, a nova tecnologia já oferece a estrutura para o suporte das placas e dispensa a necessidade de lâminas de cristal de proteção que elas normalmente precisam.

Embora ainda não tenha números precisos sobre a dimensão da economia que poderia ser alcançada com os novos módulos, apenas o fato de a matéria-prima ser plástico reciclável já garante um custo menor ao longo do processo. "Os investimentos iniciais são os mais altos, pois o projeto precisa de uma máquina injetora de grande porte para a construção dos moldes e para poder ser colocado em prática", pondera. Por fim, Marinho aponta a rápida montagem das casas de plástico como uma vantagem para a construção de "abrigos emergenciais para populações vitimadas por catástrofes naturais". "No nosso imaginário, a casa tem que ter telhado, mas os módulos também cumprem esse papel", explica. "As paredes podem ser opacas, não precisam ser transparentes."

Mais testes
Na construção civil, a consciência de que, dos materiais escolhidos à localização dos empreendimentos, tudo influencia em como será o impacto sofrido pela natureza também transformou-se em uma preocupação constante. Iniciativas como a de Reginaldo Marinho fazem parte desse novo nicho ecológico. Não é fácil, porém, desenvolver tecnologias ecoinovadoras. Segundo o criador da Construcell, a falta de incentivo financeiro, especialmente por parte do governo, ainda é um obstáculo difícil de ser contornado. "A única questão negativa desse projeto é o número de anos pelos quais ele vem se arrastando", comenta Argemiro Brito, engenheiro estruturalista responsável pelo cálculo estrutural dos módulos.

Desde que foi concebida, em 1998, a invenção já recebeu prêmios internacionais e foi apresentada em congressos de engenharia por todo o Brasil. Brito, contudo, defende que, antes de ser adotada de fato, a tecnologia ainda carece de testes práticos. "É preciso explorar mais as possibilidades dos módulos na prática", justifica. "Como toda ciência, a ideia é teórica e experimental, mas precisa de apoio para sair do papel."

O objetivo, segundo o engenheiro, é partir do modelo reduzido para a criação de um túnel de vento, batizado por ele de cúpula geodélica. "Essas cúpulas podem ser usadas como estufas ou pavilhões de exposição que economizam energia", exemplifica. Mesmo com tantas vantagens, a própria leveza do material pode ser seu principal vilão. "O vento existe, a chuva também. Estruturas mais pesadas não sofrem com isso", compara Brito.

Com o pensamento voltado para o tema da preservação do meio ambiente e da utilização consciente de materiais de construção, algumas iniciativas promovem discussões a respeito da nova demanda mundial. Criado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cebic), o Programa Construção Sustentável reuniu atores do setor, do governo, organizações não governamentais (ONGs) e representantes da sociedade civil para pensar em propostas que resolvam os problemas considerados mais críticos atualmente - como água, desenvolvimento humano, energia, materiais e sistemas, meio ambiente, infraestrutura e desenvolvimento urbano, mudanças climáticas e resíduos. "Buscamos soluções que possam atender a essas necessidades das empresas", completa Lirian Sarrouf, especialista em construções sustentáveis e consultora da Cebic.

De acordo com estudos feitos pela Fundação Getúlio Vargas, até 2009, o Brasil necessitava de 5,81 milhões de moradias. Para que o país alcance a meta de zerar o déficit habitacional serão necessárias 23,49 milhões de unidades para o período entre 2010 e 2022. Quase 85% da população vive hoje em áreas urbanas e 23% moram nas cinco regiões metropolitanas.

A necessidade de criar locais para abrigar tanta gente esbarra no problema da escassez de recursos naturais: como criar casas para todos sem prejudicar a natureza de maneira irremediável? "Apoiamos iniciativas como o Procel Edifica, que criou uma etiquetagem para medir o desempenho energético das residências", explica Lirian. "Vemos que, cada vez mais, as construtoras estão buscando diferenciais (na área da sustentabilidade)."

Construção sustentável
Para que um empreendimento seja, realmente, ecológico e sustentável é preciso prestar atenção a alguns detalhes ao longo do processo. Saiba quais são eles:

  • O ciclo de vida da edificação deve ser econômico, ter longa vida útil e materiais que possam ser reciclados ou reutilizados quando chegar o momenta da demolição do prédio - sempre com a meta resíduos zero em mente.
  • Recursos naturais, como sol, umidade, vento e vegetação, devem ser aproveitados. Isso ajuda a minimizar o usa de recursos finitos, como energia e água.
  • Por falar em água, é preciso que o prédio tenha eficiência na gestão e uso desse recurso. Mecanismos para economizá-la, tratá-la localmente e reciclá-la, além do usa de água da chuva, são essenciais.
  • Energias renováveis são de extrema importância para resolver ou atenuar as demandas de energia geradas pela edificação, como sistemas de ar-condicionado, responsáveis por 35% da demanda energética em prédios comerciais.
  • Eficiência na gestão dos resíduos gerados pelos usuários da edificação e condições termoacústicas são providências que ajudam a melhorar a qualidade de vida física e psíquica dos indivíduos.
  • Preservar o meio ambiente é imperativo: para isso, o empreendimento deve ter materiais que não comprometam a natureza ou a saúde dos ocupantes e que, contribuam para promover um estilo de vida sustentável e a consciência ambiental.
Fonte: Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica (IDHEA)


Correio Braziliense - 28/12/2011

VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental

Estão abertas as inscrições para o VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental por meio do sítio eletrônico www.viiforumeducacaoambiental.org.br, que acontecerá, no período de 28 a 31 de março de 2012, na Cidade de Salvador, Bahia.


Na sua sétima edição, o Fórum Brasileiro de Educação Ambiental terá a temática estratégica Educação Ambiental: Rumo à Rio+20 e às Sociedades Sustentáveis, e traz visibilidade para a trajetória de conhecimentos, experiências e práticas de Educação Ambiental do Brasil. 

O evento foi idealizado de modo a permitir que as suas múltiplas vivências e oportunidades de diálogos na diversidade de todos os participantes, permita a viabilização da construção de uma sólida agenda de proposições da sociedade civil para a  Rio+20.
 
Um dos avanços previstos para o VII Fórum é associar e integrar pesquisas, metodologias, aplicação, processos e resultados de Educação Ambiental com o Tratado de Educação Ambiental para as Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global e demais documentos referenciais de educação ambiental. Para os educadores brasileiros, será uma ótima oportunidade de se reconhecerem e validarem suas práticas como integrantes da rede planetária pelas sociedades sustentáveis.

O público do VII Fórum envolve educadores, professores, universitários, rede de ensino, empresas, pesquisadores, ambientalistas, povos e comunidades tradicionais, movimentos sociais, ONGs, associações comunitárias, empreendedores familiares, sindicatos, instituições públicas e privadas, formadores de opinião e interessados na área socioambiental, que estarão presentes nesse evento referência na Educação Ambiental.

A ampla programação construída nas dimensões ambiental, social, cultural, econômica e visão de mundo, consta de mesas redondas, fóruns, rodas de conversa, openspace, café social, minicursos, painéis, oficinas, jornadas temáticas, encontros paralelos, trilha da vida, atividades culturais, vídeos no Ecocine, poesias, artes, danças e produção de documentos que serão referência para atuação no campo socioambiental.

O Fórum é uma realização da Rede Brasileira de Educação (REBEA) e Rede Baiana de Educação Ambiental (REABA) tendo  o Instituto Röerich da Paz e Cultura do Brasil como secretaria executiva.
Para maiores informações sobre o VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental acessando o sítio eletrônico www.viiforumeducacaoambiental.org.br.



terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Você é um consumidor sustentável?

Com o intuito de conscientizar a população sobre o impacto de seu comportamento sobre as mudanças climáticas, o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) realizou em 2008, na semana do consumidor (10 a 15 de março) a campanha Mude o Consumo para Não Mudar o Clima.

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Faça o teste abaixo e verifique se você é um consumidor sustentável. Confira no final suas resposta e pense sinceramente em mudar suas atitudes, caso o teste demonstre que você precisa adotar comportamento mais equilibrado com o meio ambiente.

ENERGIA ELÉTRICA
1. Em sua casa, você utiliza lâmpadas fluorescentes?

a. ( ) Não
b. ( ) Utilizei apenas durante o racionamento de energia elétrica de 2001.
c. ( ) Sim, apenas nos ambientes em que a luz fica acesa por mais de quatro horas seguidas.

2. Na hora de comprar os aparelhos elétricos:  
a. ( ) Você nem pensa em avaliar o consumo de energia.
b. ( ) Dá uma olhada na quantidade de energia que o aparelho consome, mas isso não determina sua escolha.
c. ( ) O menor consumo de energia é um dos critérios considerados na hora da escolha.

3. É costume na hora de lavar a louça e a roupa: 
 a. ( ) Você ligar qualquer uma das duas máquinas mesmo sem utilizar sua capacidade máxima.
b. ( ) Na maioria das vezes, mas nem sempre, você junta a roupa e a louça até alcançar a capacidade máxima da máquina.
c. ( ) Você sempre espera atingir a capacidade máxima para ligar a máquina.

ÁGUA
4. Em sua casa:
a. 
( ) Você não desliga a torneira ao ensaboar a louça e escovar os dentes.
b. ( ) Quando se lembra da importância de economizar a água, mantém a torneira fechada enquanto ensaboa a louça e escova os dentes.
c. ( ) Mantém a torneira fechada ao ensaboar a louça e escovar os dentes.

5. No banheiro:
a. ( ) As válvulas dos vasos sanitários são dessas convencionais.
b. ( ) As válvulas dos vasos sanitários são dessas convencionais, mas você pretende trocá-las assim que possível.
c. ( ) Os vasos sanitários são equipados com caixa acoplada ou válvula que utilizam apenas 6 litros.

6. Quanto tempo o chuveiro fica aberto enquanto você toma banho:  
a. ( ) 15 minutos
b. ( ) Entre cinco e dez minutos
c. ( ) Não mais que cinco minutos

7. A calçada em sua casa ou prédio é:  
a. ( ) Lavada com mangueira normal.
b. ( ) Lavada com mangueira de alta pressão ou balde.
c. ( ) Varrida e, quando lavada, usa-se a água reaproveitada de máquina de lavar roupa.

LIXO E RECICLAGEM
8. Em sua casa:
 
a. ( ) Você não separa o lixo.
b. ( ) Separa e encaminha o material para a reciclagem, mas não lava as embalagens sujas ou joga as embalagens sujas no lixo comum.
c. ( ) Você separa todos os materiais recicláveis, dando uma lavada (com a água que se lava a louça) nas embalagens recicláveis que estão sujas e encaminha o material separado para os projetos de coleta seletiva ou doa para os catadores.

9. Na hora de comprar:  
a. ( ) Você escolhe os produtos, independentemente se eles têm embalagens desnecessárias ou se são recicláveis ou não.
b. ( ) Você evita produtos com embalagens desnecessárias e dá preferência a produtos cujas embalagens sejam recicláveis.
c. ( ) Você evita produtos com embalagens desnecessárias, dá preferência àqueles com embalagens recicláveis e liga para o Serviço de Atendimento ao Consumidor das empresas, questionando o que fazer com as embalagens não recicláveis ou as que são recicláveis, mas não são aceitas pelos catadores ou programas de reciclagem.

ALIMENTOS
10. Você compra: 
a. ( ) Apenas alimentos convencionais.
b. ( ) Alimentos orgânicos, quando é possível.
c. ( ) Alimentos orgânicos e, na falta de algum produto, dá preferência aos produtos convencionais da estação (que necessitam de menos agrotóxicos).

11. Em sua casa:  
a. ( ) Muita comida é jogada fora, pois ela apodrece antes de ser consumida. Cascas e talos vão para o lixo.
b. ( ) Já conseguiu reduzir a quantidade de comida que vai para o lixo ao planejar melhor as compras, mas ainda joga fora, pois compra coisas por impulso.
c. ( ) Comida não se joga fora. Você compra frutas, verduras e legumes a granel e apenas o que vai ser utilizado. É expert em receitas que aproveitam cascas e talos.

TRANSPORTE
12. Você usa o carro:
 
a. ( ) Para ir a qualquer lugar, mesmo para pequenas distâncias.
b. ( ) Às vezes, evita tirá-lo da garagem, mas na maioria das vezes não consegue mudar o hábito e acaba usando-o até para distâncias curtas.
c. ( ) Sempre que possível, pega carona, anda a pé ou utiliza transporte público.

13. Você é do tipo:  
a. ( ) Que não calibra o pneu regularmente, não verifi ca a água e o óleo, nem faz revisões periódicas do veículo. Só vai para a ofi cina quando o carro quebra.
b. ( ) Que calibra os pneus regularmente e troca o óleo no tempo recomendado, mas não tem o hábito de fazer revisões ou manutenção preventiva do veículo.
c. ( ) Usuário exemplar, que respeita sempre os prazos para a troca de peças do carro e faz revisão e manutenção regulares.






RESULTADO  
Para saber que tipo de consumidor você é, some as respostas de cada letra (A, B e C).

MAIORIA DAS RESPOSTAS C Parabéns, você é um consumidor cidadão! Continue assim, procure sempre melhorar os seus hábitos de consumo e ajude a conscientizar os que estão a sua volta: amigos, parentes, colegas de trabalho.

MAIORIA DAS RESPOSTAS B Você parece ser um consumidor consciente, mas pode melhorar. Mais do que estar consciente, ainda precisa mudar de fatos os hábitos de consumo. Está no caminho certo, só precisa acelerar o passo.

MAIORIA DAS RESPOSTAS A Você anda alienado, mas calma: nunca é tarde para mudar. Reflita sobre os impactos sociais e ambientais de seus hábitos de consumo e comece já a mudança.