domingo, 6 de janeiro de 2013

Biólogo chama a atenção nas redes sociais sobre os cuidados com os recifes de corais

Turista alimentando peixes nos recifes de
Moreré, litoral da Bahia.
Foto: Cláudio Sampaio.
O Biólogo Cláudio Sampaio chama a atenção, através das redes sociais, sobre os cuidados que os poderes públicos devem ter com a gestão dos recifes de corais nesta época de verão, quando estes ecossistemas são utilizados como turismo ecológico e turismo de aventura.

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De acordo com o Biólogo, o turismo em áreas costeiras, particularmente no verão, gera renda e empregos, contudo deve ser melhor administrado pelos órgãos responsáveis (leia-se governos municipais, estaduais e federal). Problemas relacionados ao lixo (inclusive o "estrangeiro" e aquele produzido nas praias), pisoteio dos recifes de corais, alimentação de peixes, a pesca sem ordenamento, o lançamento da água de porão nas piscinas e até a utilização do recife como poita por bares flutuantes, são velhos "problemas" (para não utilizar a impactante palavra "crime") que necessitam, urgentemente, de soluções.

Cláudio Luis Santos Sampaio, possui graduação em Ciências Biológicas, pela Universidade Federal da Bahia (1999), Mestrado (2003) e Doutorado (2006) em Ciências Biológicas (Zoologia), pela Universidade Federal da Paraíba, e atualmente ministra aulas no curso de graduação em Engenharia de Pesca, da Universidade Federal de Alagoas, Campus Arapiraca, Unidade de Ensino Penedo, bem como no Programa de Pós-Graduação em Diversidade Biológica e Conservação nos Trópicos, do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde da UFAL, além de compor o conselho deliberativo da Reserva Extrativista Marinha da Lagoa de Jequiá (AL).

É interessante notar que os mesmos problemas encontrados pelo Biólogo Cláudio Sampaio nos recifes de Moreré-BA também podem ser observado em outros recifes bastantes visitados pelos turistas, como é o caso dos recifeces de Picãozinho, no litoral de João Pessoa-PB, e nos recifes de Areia Vermelha, no litoral de Cabedelo-PB, alertando para a necessidade de uma gestão mais eficiente nestes ecossistemas recifais.



Lixo "estrangeiro" observado nos recifes de Moreré,
litoral da Bahia. Foto: Cláudio Sampaio.

Pesca com arpão nos recifes de Moreré, litoral da Bahia.
Foto: Cláudio Sampaio.

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